Educação e Universidades [Política Hoje]

Parece que Portugal precisa dum empurrão externo para crescer.

Ao longo dos últimos tempos - primeiros momentos do atual governo - tenho visto como preocupante o evoluir da educação em Portugal.

É preciso envolver as universidades e, principalmente, os politécnicos nesta luta que é dotar os portugueses do conhecimento que lhes permita serem empreendedores.

Sem conhecimento, qualquer projeto, torna-se um fracasso.

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Mais com Menos, uma boa solução!

Ao ler o JN de ontem pude perceber para onde vai o nosso país com os cortes no OE2011 para os 13.º e subsídio de férias percebi que não é muita vontade da maioria manter um extra para todas as pessoas.

Com menos faria melhor!

Bastava que garantisse apenas, como subsídio, o equivalente a um Salário Mínimo Nacional (SMN) para todos, independente do seu salário corrente e veríamos que se ganharia competitividade nestes subsídios melhorando a vida de quem tem um salário mais baixo e não afectando tanto assim quem ganha um pouco acima do SMN.

Assim sendo, com menos dinheiro, poder-se-ia fazer mais.

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Causa Monárquica

Com os problemas vividos pelo sistema político português vigente na atualidade, concluo que precisamos de mudar a Democracia Portuguesa. Temos que incorporar nesta o sentido Monárquico.
Termos um Rei em vez de um Presidente seria algo excelente e que acabava com a instabilidade vivida em Democracia quando há este tipo de discórdia, que tem havido ultimamente, entre os diversos partidos políticos.
Com um Rei e com um Primeiro-Ministro com eleição direta pelo povo português, em que o candidato seria a pessoa e não o partido, poderíamos passar a ter uma Democracia muito mais interessante.
Já aos partidos penso que deveria ser dado o verdadeiro enfoque que devem ter, ou seja, os partidos devem assegurar a eleição dos Deputados e apenas dos Deputados da Assembleia da República. Com isso se passava a perceber que as pessoas nas listas a deputados seriam mais valorizadas que o possível primeiro-ministro resultante, contrariamente ao que acontece hoje.

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Salário Mínimo Europeu

No Novo Portugal pretendemos um Portugal melhor. E, é por isso que, sempre que elas surgem, trazemos ideias novas para melhorar Portugal.

Desta vez surgiu ao analisar as noticias de que na Cimeira dos Chefes de Estado da UE foi posto em marcha o pacto para a competitividade onde os Chefes de Estado e de Governo acordaram avançar com uma maior convergência e coordenação económica de modo a melhorar a competitividade dos seus estados-membros.

As medidas que se falam podem passar pela harmonização de sistemas de pensão, salários, tributação das empresas e mecanismos para limitar o endividamento público.

É neste seguimento e também depois de ler a entrevista concedida por Fernando Ulrich ao Expresso que ainda acentuou ainda mais esta minha ideia. Ele da problemática do desemprego e da necessidade que muitas empresas têm em despedir pessoas. As medidas que estão em cima da mesa em tornar o despedimento mais fácil e mais barato é algo que ele não concorda por inteiro. Não tinha ainda ouvido ninguém pensar desta forma. Ele diz que “(…) tornava os despedimentos mais fáceis, mas mais caros. Se as empresas precisarem mesmo de avançar com despedimento, vamos deixá-las avançar mas ao mesmo tempo minoramos o sacrifício de quem é despedido”. Concordo por inteiro com Ulrich pois ele sugere também durante esta entrevista que o Salário Mínimo passe a ser de 700 euros.

Para mim é pois significativa a ideia dos 700 euros mas eu digo mais. Eu digo 750 euros integrados numa lógica de Salário Mínimo para a UE. O SME surge assim como ideia para o aumento da competição entre os estados-membros da UE quer externa, quer também internamente.

Em muitas áreas da nossa sociedade pode-se ver que, quando se ganha menos, é-se colocado de parte a muitos níveis. É preciso que as pessoas passem a ganhar mais para poderem ter uma vida melhor e com mais possibilidades. O aumento do SM poderia ajudar o estado a diminuir as suas despesas em muitas situações e ter muitas mais receitas pois aumentava o poder de compra, logo aumentava o poder de investimento e, com isso, diminuiria o risco do incumprimento nos créditos à habitação, entre outros.

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Eleições Presidenciais 2011

Presidenciais 2011A realidade é que há vários candidatos mas estes são os 3 mais fortes candidatos a Presidente da República.

É natural e normal que as pessoas em Portugal queiram dar continuidade ao primeiro mandato do Presidente da República. Eu sou contra isso. Eu penso que, tendo em conta, a falta de palavras do Cavaco Silva, ele não deveria vencer as próximas eleições.

Eu apoio o escritor Manuel Alegre. Espero que consiga vencer ou, na pior das hipóteses, ir à segunda-volta. Para que o Cavaco não vença é preciso que quem não gostou das suas BPN e outras atitudes vote no próximo Domingo, 23 de Janeiro.

Eu vou votar. Voto Manuel Alegre. E tu?

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Cavaco Silva como PR, por favor não!

altCavaco Silva já mostrou, durante 5 anos, não ser capaz de colocar Portugal acima dos seus interesses. Se ele colocasse Portugal acima dos seus interesses e, tendo em conta os problemas económicos porque passamos atualmente, ele abdicaria do seu salário durante o tempo que durasse a crise. E estou a falar da totalidade do seu salário visto que ele tem ajudas de custo para tudo (alimentação, vestuário, etc.) e também não terá nenhuns problemas financeiros ao nível pessoal. Ele deve, por ventura, ter outros ganhos extras para além do salário que recebe pelo cargo que ocupa.
Na hora de colocarmos a culpa do estado da nação, sempre colocamos no primeiro-ministro. Se o Presidente da República ganha o mesmo então tanto o facto do país estar em crise não vai afectar o seu nível de vida. Isto não está bem e tem que começar por quem se mostrou incompetente as reduções. Os operários, os assalariados, os desempregados jamais tiveram culpa pois não decidem as políticas económicas e sócio-educacionais a executar no país.

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Presidenciais 2011– Manuel Alegre vs Cavaco Silva

Percebe-se facilmente que o candidato e atual Presidente da República, Cavaco Silva, não é a melhor escolha para conduzir Portugal até 2015. E percebe-se isto por imensas razões sendo uma delas a percepção que todos nós temos da situação que se viveu ao longo destes últimos 5 anos em Portugal e pela real incapacidade deste governante para trabalhar com os mais necessitados.

Quando Cavaco fala das visitas de estado e do tempo que elas levam a preparar eu fico indignado. Será que um pobre, uma pessoa que como eu é doente crónica, ou até qualquer outra pessoa com reais necessidades de saúde/económicas poderá perceber esta postura perante os gastos exorbitantes nos bancos sem resultados e depois até a diferenciação dos clientes do BPN para os clientes do BPP? E os gastos nessas visitas de estado que não se vêm resultados práticos?

É um facto que aumentam as exportações de produtos portugueses para os mercados visitados. Contudo temos que perceber que os ganhos da internacionalização de algumas empresas não é um ganho estatal, na medida em que há sempre problemas quando a dividir esses ganhos com os operários, mas sim um ganho que gera dividendos para os acionistas das variadas multinacionais que com isso têm obtido mais e mais visibilidade.

Os operários têm que ser defendidos e isto só pode acontecer com boas leis e, para além disso, com novos meios de justiça. Os tribunais têm que ter prazos para cumprir. Um caso tem que ser resolvido em muito menos tempo. Não poderá haver casos a demorar imenso tempo nos tribunais e a terem audiências adiadas imensas vezes. Temos que perceber que a justiça tem que descer à terra. Eu penso que deveríamos pensar no sistema de justiça dos EUA e transpô-lo para a nossa realidade. Um juiz não pode sozinho decidir a vida duma pessoa, tanto para o bem como para o mal. E é por isso que deveríamos ter pessoas de diferentes classes económicas e etárias da sociedade chamadas a formar um júri e, a partir daí, a decidir sobre determinadas situações permitindo que os tribunais fossem mais céleres a decidir.

Entendo pois que o candidato Manuel Alegre poderá ser um grande candidato na medida em que fala na justiça como um dos principais problemas das nossa sociedade.

A justiça é pois, a par da saúde e da discriminação salarial, um dos grandes problemas do nosso país.

Para uma mesma função não pode haver diferentes ordenados numa mesma empresa, bem como, ao nível dos funcionários públicos. Há com certezas princípios que têm que ser revistos. Sou contra a existência de escalões remuneratórios pois não percebo a fundamentação destes. Todos os salários devem crescer anualmente e proporcionalmente com a inflação. O Salário Mínimo em Portugal deve atingir rapidamente os 750 € e deverá ser imposto um Salário Máximo indexado ao Salário Mínimo. Ninguém deve ganhar acima de 5x o Salário Mínimo, ou seja, quando o Salário Mínimo for de 750 € o Salário Máximo será de 3750 €.

Só com leis desta natureza é que poderemos pensar em solidariedade e em promover a igualdade entre os cidadãos dum mesmo país.

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